Mudança no mandato do Grêmio Estudantil e recomposição de cargos.
O mandato do Grêmio Estudantil passou a ser de dois anos em 2025, com o objetivo de garantir mais continuidade nas ações. A mudança também levou à reorganização da atual gestão após a saída dos membros anteriores.
A mudança no mandato do grêmio estudantil, que passou de um para dois anos, tem como objetivo garantir continuidade e eficiência nos projetos desenvolvidos pelos alunos. A medida é permitida pela Lei nº 7.398/1985, que assegura a organização estudantil e orienta a estruturação dos grêmios por meio de estatutos.
Em 2025, o Estado de São Paulo estabeleceu que o mandato do Grêmio Estudantil deve ter duração de dois anos em todas as escolas. Com isso, o modelo bienal passa a ser obrigatório, com o objetivo de fortalecer a atuação do grêmio e garantir maior continuidade nas ações desenvolvidas. Além disso, o estatuto continua sendo responsável por definir normas internas, como direitos, deveres e atribuições dos membros, bem como por prever situações de vacância nos cargos.
Com a saída dos estudantes do terceiro ano de 2025, em razão da conclusão do ciclo escolar, e também de integrantes dos atuais terceiros anos (que anteriormente eram do segundo ano), por questões pessoais, a atual gestão passou por um processo de reorganização. Como a quantidade de alunos que se candidataram para compor o grêmio, em substituição aos membros que deixaram seus cargos, foi exatamente igual ao número de vagas disponíveis, não houve necessidade de disputa.
Dessa forma, os próprios participantes foram automaticamente definidos para compor a diretoria, garantindo a continuidade das atividades e a manutenção da representação estudantil ao longo do novo mandato.
